DmC: Devil May Cry – Dante retorna e com ainda mais estilo!


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  • NOME COMPLETO: DMC Devil May Cry
  • PLATAFORMA: PC
  • DESENVOLVEDORA: Ninja Theory
  • EDITORA: Capcom
  • ANO DE LANÇAMENTO: 2013
  • FORMATO: 1DVD
  • GÊNERO: Ação // Hack ‘n Slash

enredo

DMC: Devil May Cry o “Reboot” da Série Devil May Cry se passa na cidade de Limbo. Uma cidade moderna da atualidade que é secretamente controlada por poderosos demônios, que manupulam a humanidade através dos confortos da vida. No entanto, os próprios Demônios (Ou a versão demoníaca deles) vivem em um mundo paralelo chamado “Limbo”.

Enquanto isso, Dante vive em meio a essa sociedade manipulada e que parece ter sofrido lavagem cerebral. em DmC, Dante é um adolescente que é constantemente  caçado por demônios e autoridades locais (Controladas pelos Demônios). Logo no início do game, diversos acontecimentos ocorrem e que revelam os futuros ideais de Dante assim como é revelado sua origem, seus pais, o motivo do mundo estar assim dentre outras coisas.

graf

O game foi desenvolvido pela Unreal Engine 3 o que já garante belos gráficos em troca de um game leve, diferentemente de DMC 4 que apesar de leve, foi desenvolvido em MT Framework. No entanto, alguns problemas da UE3 estão presente no game como o “bug” do carregamento de texturas onde até mesmo no vídeo, é possível ver as texturas melhorando a qualidade enquanto a fase “carrega”. Isso também pode ser visto em outros jogos que utilizam a UE3 como Batman Arkham Series e Mass Effect.

Mas isso é algo que ao meu ver não irrita. Continuando a falar dos gráficos, o game lembra bastante em termos de gráfico e ambientação o Alice Madness Return (Ao qual em breve pretendo fazer uma análise) que também foi produzido na UE3.

Gráficamente não achei que houve uma evolução tão grande em relação ao DMC4 mas é perceptível algumas melhorias como a geometria dos personagens. Dante possui geometria impecável e animações bastante realistas assim como expressões faciais que também foram bastante caprichadas pela Ninja Theory.

Como no lançamento do game houve muito “mimimi” pelo cabelo do Dante agora estar preto e com um corte “emo” (Que na verdade é Punk). É fato que o Dante logo nas primeiras artworks tinha realmente um cabelo mais emo assim como traços “Rihannesticos” mas como o que vale é a arte final, o resultado está bom. É claro que é difícil admitir (Ainda mais para quem arduamente criticou) mas o fato é que visualmente o Dante está bacana. Sem contar que na minha opinião, o que vale é a personalidade e nesse ponto, continua idêntica ao dos antigos DMC. E para aqueles que ainda amam o Dante de Cabelo Branco, a Capcom já disponibilizou uma DLC com o “Dante Clássico”.

O Game conta ainda com algumas opções gráficas configuráveis o que mostra que não foi feito um port mal feito. Apesar de muitas e sem grande customização, o game oferece configurações que variam do LOW até o Ultra além de Texturas, sombras e Antialiasing em HD. Com tudo no máximo e com uma configuração com um Core i3 + 4GB DDR3 + GTX550ti em uma resolução de 1366×768 consegui mais de 100FPS em algumas localidades. O Game realmente está bastante leve apesar do visual levemente superior ao de DMC4 e mais uma vez, mostrando ser um port de qualidade.

sons

A trilha sonora do game á arrebatadora. Forte concorrente a uma das melhores trilhas sonoras (Apesar de cedo) de 2013. Contém como já de costume na série, músicas ao som de Metal o que para quem curte (como eu) fica ainda melhor. Os efeitos, diálogos e sons em gerais também são muito bons. A dublagem foi muito bem feita e de extrema sincronismo. Como já dito em Gráficos, a Geometria e animações são praticamente perfeitas.

3d

Essa parte das análises dos jogos em 3D andou meio sumida de algumas “Primeira Vez” mas a partir de agora, voltará com tudo. O 3D do game é muito bom. Apesar de usar o modo mais básico que é o estereoscópico, DmC não desapontou e apresenta bélissimos efeitos além de não distorcer a tela ou o personagem (Mesmo com a profundidade no máximo). Além disso, mesmo em 3D o game continua leve. Com tudo no máximo em 1366×768, consigo taxas médias de 60FPS com um i3 + 4GB + GTX550ti.

jogabi

A Jogabilidade do game é aquela já conhecida pelos fãs ou para quem já jogou algum Devil May Cry. Continua a Estátua onde se é possível comprar itens e fazer upgrades, continua os Orbs, Estrelas e todos os itens clássicos. A Rebellion está de volta assim como a Ebony e Ivory. Além disso, diversas armas ficam disponíveis logo na primeira hora de jogo. Entre elas, Arbiter (Machado) e Osiris (Foice).

Falando em combos que sempre foi um dos pontos forte dos DMCs, Apesar de não ser especialista neles, confesso que senti algo mais travado em relação ao DMC4. Parece que os combos fluem com maior dificuldade e a “linkagem” entre eles parecem ser meio travados e não fluem tão bem. Apesar disso, não chega a comprometer. Para os mais alucinados frenéticos em combos, pode ser que isso venha a desagradar mas não creio que seja um motivo de críticas tão severas pois continua bom o sistema de combos.

O Novo design e como as coisas ocorrem também me pareceram infinitamente superiores aos antigos DMCs. Joguei muito pouco do DMC 1 e DMC2, estou mais “a par” da série a partir do DMC 3, e para mim, DmC é o que criou um contexto para o cenário. Parece ter havido uma preocupação dos produtores em criar um universo e tentar dar uma explicação lógica para as coisas. em DMC4, tudo me pareceu muito “Final Fantasy”, enquanto em DMC3, Eu não entendia aquele mundo e como ele funcionava. Parecia algo “Onimusha”. Enquanto isso, em DmC5, foi criado o Limbo, que é um mundo paralelo a “Terra comum” onde todas os demônios e anjos lutam e há uma distorção da realidade (Similar a Matrix). A questão é que tudo que ocorre no Limbo, também ocorre no mundo real, só que ao invés de destruição por conta de batalhas, destruição por fenômenos físicos ou da Natureza. Por exemplo como no início do game onde Dante acaba destruindo um parque de diversões inteiro e no mundo real, o causador da destruição foi uma roda gigante que se desprendeu e acabou destruindo tudo.

Isso deu uma coerência muito grande para o universo, e é exatamente nesse ponto que eu disse que DmC se assemelha a Alice Madness Return com o “mundo das maravilhas morto” (Limbo) e o mundo real.

Um ponto fraco na série aparentemente foi bastante amenizado. em DmC: Devil May Cry, você sente poucas “paredes invisíveis”. Elas estão  lá mas atrapalham bem menos que nos jogos anteriores. Agora, as “paredes invisíveis” estão mais parecidas com as vistas em God of War onde você consegue passar um certo período de tempo sem esbarrar e uma.

conc

DmC: Devil May Cry está disponível na Steam por R$84,99

MINHA OPINIÃO: O melhor game da série até agora (Apesar de não ter finalizado). Trouxe um cenário com coerência e uma explicação para diversos fatores do universo da Série. Apesar das reclamações, a única mudança no Dante foi realmente o cabelo. Dante continua com sua personalidade “badass” e o jogo continua sendo Devil May Cry. Apesar de diversas críticas negativas ANTES do game ser lançado, todas parece ter caído por terra com o lançamento oficial do game.

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As opiniões da coluna “PRIMEIRA VEZ” não condizem com a opinião final do jogo.

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