Review: Crysis 2 Like a Sex Machine… of War!


Dessa vez sem sequer tirar uma casquinha antes de lançar o Review, viemos para mais uma análise completa e dessa vez com o game Crysis 2, sequela de Crysis 1 (Conhecido por colocar os PCs top da época ‘to the ground’) e antecessor do novíssimo Crysis 3.

Desenvolvido pela Crytek, Crysis 2 é um game de tiro em primeira pessoa desenvolvidos pelos mesmos criadoras de Far Cry. (É, para quem pensa que Far Cry foi criado pela Ubisoft, se engana muito!) Crysis 2 leva o jogador para o que seria o mundo real e aparentemente controlado pela Crynet (Hello Skynet?) onde o mundo vive uma invasão alienígena e cabe a você restaurar a paz no mundo. (Ou não)

graf

Apesar de muito mimimi em torno dos gráficos de Crysis 2, que assim como outros ‘ports’ não veio nativamente com suporte a DX11 e por isso não iria poder usufruir de todos os benefícios de um PC High End e etc, Crysis 2 é Muito bonito mesmo em DX9 e para quem ainda assim quer algo melhor, a Crytek lançou o Patch com suporte a DX11 e o de Texturas em Alta Resolução. (Link Direto) E o resultado é bastante satisfatório, principalmente por conta das Texturas em HD.

Em termos gráficos, o grande problema de Crysis 2 na minha opinião é o fato do Antialiasing estar integrado juntamente com os efeitos de Post Processing e Shaders. Sendo assim, caso você queira usufruir de um game bonito e diminuir no Antialiasing a fim de aumentar os FPS não terá como. Mas isso não é algo que possa ser considerado como algo completamente ruim.

Crysis 1 apresenta um jogo hyper realista (Principalmente para a época, 2007) no entanto, apesar de em alguns aspectos (e principalmente com Mods) Crysis 1 ser superior gráficamente ao Crysis 2, de maneira geral, Crysis 2 possui gráficos melhores e um visual geral muito superior ao Crysis 1. Em Crysis 2, há um forte teor cinematográfico nos gráficos e animações bastante interessantes (Graças a excelente interação dos “poderes” da Nanosuit com ações padrões de humano). Em Crysis 2, é possível ver algo mais parecido com os trailers de Crysis 1 ingame.

A Nano Suit também evoluiu. No primeiro Game da Série, o traje especial foi desenvolvido pelo governo estadunidense (Sorry, mas quem nasce no EUA não é Americano, América é continente!) Enquanto a Nano Suit 2 foi desenvolvida pela Crynet. Eu particularmente acho a Nano Suit 1 de Prophet, Psycho, Nomad e companhia muito melhor (visualmente) que a Nano Suit 2.

enredo

Em 2023 (3 anos após os acontecimentos de Crysis 1) O Game conta que uma epidemia viral assolou Manhattan onde tal virus causa o colapso celular do portador. A cidade inteira em pânico devido a invasão alienígena causada pelos “Ceph” (Mesma raça alienigena de Crysis 1) Manhattan agora está sendo monitorada pela C.E.L.L. Uma agência do departamente de Defesa dos USA que é dirigida pela Crynet.

Um fuzileiro naval da força americana é enviada para New York por submarino para fazer o resgate do Doutor Nathan Gould que pode ter vitais informações de como combater a raça alienígena. E é justamente ai que você começa! Alcatraz (Seu personagem) faz parte desse grupo de fuzileiros enviados, mas algo terrível ocorre.

Em termos de Enredo, confesso que ao lançamento esperava muito menos de Crysis 2. No entanto, o game se mostrou bastante valoroso nesse aspecto, no entanto, ele foi altamente beneficiado por seu antecessor. Como toda a ladainha e os mistérios foram solucionados em Crysis 1, restou para Crysis 2 um enredo mais épico. É como se Crysis 1 fosse o início de um filme contando o por que de tudo ter acontecido e Crysis 2 ser o meio do filme onde eventos realmentes importantes começam a acontecer.

3d

Crysis 2 apresenta um excelente suporte ao 3D, no entanto, de certa forma limitado. Isso por que chega um momento que mesmo que se aumente a profundidade o game parece não sair daquele nível, mas nada que chegue a comprometer. Durante o game, é possível ver efeitos 3D desde os Menus iniciais, até as cutscenes e o próprio gameplay. o único problema que percebi foi uma transparência ao redor das armas mas não é muito perceptível e nada que estrague a jogatina. O Game não fica muito pesado com o 3D habilitado se comparado a jogatina normal.

sons

A trilha sonora do game é boa mas conta somente com instrumentais básicos. O diferencial sonoro do game são os dialogos, a narrativa e os sons do game de maneira geral como a “voz” da Nano Suit, a voz dos personagens principais e até mesmo dos inimigos (humanos) onde há uma certa comunicação entre eles para identificar uma ameaça.

Os sons das armas, explosões e atritos em geral também são muito bons. Disparar uma rajada de tiros no game será como ouvir um bom riff de metal. Além disso, tiros disparados em locais aberto irão emitir um eco assim como na vida real.

jogabi

O Game conta com uma boa variedade de armas e explosivos. Todas com excelentes efeitos de animação tanto na parte de carregamento, quanto no recuo e mira além de excelentes sons de disparo que variam de acordo com a arma escolhida.

Igualmente em Crysis 1, o game conta com “poderes” que a Nano Suit proporcionam ao seu utilizador só que de maneira melhorada. Agora, com a Nano Suit 2, Poderes que antes eram acessíveis de maneira ‘chata’ apertando o scroll do mouse, agora são simplesmente acessados com um apertar de botão caso queira utilizar um Gamepad.

Assim como Crysis, o jogo possui suporte nativo ao X360 Controller for Windows e apesar da mira ficar prejudicada pela baixa precisão dos analógicos em relação ao mouse, a interface do game em geral é feita para o Gamepad, sendo assim, a jogabilidade se torna excelente. Ao invés de apertar o scroll do mouse para escolher qual poder quer utilizar, basta simplesmente Correr (L3) para que a Super Velocidade entre em ação. Idem para o “Escudo” que pode ser acionado através do RB e da Invisibilidade que pode ser acionado através do LB.

O Game conta com upgrades para a Nano Suit que podem ser desbloqueados através de Nano Catalysts que surgem ao matar um Ceph. O problema aqui é que os Nano Catalyst saem do corpo do Alien durante a sua morte e podem não estar próximos do corpo, sendo assim, é preciso bastante atenção após matar os aliens para que você não perca os Catalysts. As armas também podem ser modificadas assim como em Crysis 1 podendo escolher o tipo de mira utilizada assim como Silenciador e outras opções.

A Nano Suit agora ficou mais inteligente e conta com um avançado sistema e IA. Você se sentirá pilotando um EVA, só que em menor proporção, onde a Nano Suit consegue se aprimorar, falar com o usuário e mostrar diversas interfaces visuais ao portador. Isso é realmente fantástico e algo praticamente inexistente em Crysis 1.

Assim como os gráficos, houve muito mimimi por parte de muita gente sobre a perda do estilo “Sandbox” do seu antecessor. No entanto, não é bem isso que ocorreu. Crysis 2 continua sendo Sandbox tanto quanto Crysis 1, no entanto de uma maneira mais sofisticada. Não tem como em uma cidade haver um game “livre para se explorar” como ocorreu em Crysis 1 e seria completamente sem sentido pois ninguem iria explorar Manhattan como em um game GTA. Sendo assim, a Crytek decidiu limitar a ambientação do game em cenários mas sem perder a essência sandbox. Muitos confudem “Open World” com “Sandbox” Em um game Sandbox, você pode escolher como resolver determinados capítulos. Por exemplo, eu posso ir like a “mothafucka” e matar tudo e a todos ou ir na surdina e focado no objetivo. Isso, está presente em Crysis 2. O que não está presente é o mundo aberto.

conclusão

Crysis 2: pode ser encontrado no STEAM por R$69,99

  1. + Enredo superior ao seu antecessor
  2. + Excelente narrativa e andamento da história
  3. + Mecânica e jogabilidade melhorada
  4. + Gráficos com teor cinematográfico e artístico

MINHA OPINIÃO: Crysis 2 apesar de não ser Open World como o seu antecessor conseguiu superar minhas expectativas trazendo um game sólido para a mesa do jogador, diferente do anterior que muitos o viam como um “Benchmark”. Crysis 2 possui excelente jogabilidade e arrisco dizer ser a principal fonte de inspiração para Dead Space ³. Só que no quesito ação, Crysis 2 supera… e muito!

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