PC: The Bard’s Tale


Informações do Jogo

  • NOME DO JOGO: The Bard’s Tale
  • PLATAFORMA: PC (Windows, Linux e OSX), Playstation 2, XBOX, celulares/tablets
  • DESENVOLVEDORA: inXile Entertainment
  • ANO DE LANÇAMENTO: 2004
  • GÊNERO: RPG
  • ONDE ADQUIRIR: GOG

Introdução

O jogo tem suas origens lá na década de 1980 ainda, onde saiu o primeiro jogo, para DOS, sendo portado para o Nintendinho 8 bits entre outras plataformas tempos após. É um jogo diferente do padrão, com enfoque no humor, coisa muito rara de se encontrar em jogos. Aliás, a versão para PC vem com os 3 antigos também, para quem quiser conferir.
O jogo retrata as aventuras de um bardo, a procura de dinheiro para sobreviver e mulheres. O humor é um elemento central, com o jogo podendo ser considerado uma enorme paródia do que se encontra de forma séria em RPGs de fantasia. O jogo é todo narrado, com tom de humor para as enroladas em que o Bardo se mete. A narração do cotidiano, os personagens, a falta de caráter do bardo, são o que fazem o jogo brilhar.

Jogabilidade

A jogabilidade é bem intuitiva e simples. A visão do jogo é semelhante a isométrica, porém é possível dar um pequeno zoom-in e zoom-out, além de girar a câmera. O bardo pode andar, há um botão de atacar, outro de se defender, pode usar melodias para encantamentos (evocação de seres). As ações podem ser pelo mouse ou teclado. O jogo é antigo, mesmo assim suporta nativamente controles como o do XBOX 360, que é como prefiro jogar. Mais adiante no jogo poderá ter companheiros para ajudar. Tem-se o padrão normal na questão de itens, onde ao longo da aventura vão se conseguir itens diversos, como armas, armaduras, etc. Além dos personagens evoluírem também.

Arte gráfica e Áudio

Os gráficos são bons no geral. As texturas não são de alta resolução em certos locais, como dungeons, mas as pessoas e vários locais são bem detalhados, levando em conta que se trata de um jogo de quase 10 anos atrás. Digamos, não é na parte gráfica que o jogo brilha, mas também não deixa a desejar, sendo o restante dos elementos, em conjunto, que fazem o jogo ser uma obra-prima.
No áudio o jogo brilha, desde as ótimas dublagens, a grande narração de Tony Jay, as músicas. Neste aspecto, o jogo é impecável.

Considerações Finais

O mini review se trata das minhas primeiras impressões do jogo, que foram muito boas. É um RPG bem diferente do tradicional, que não busca ser levado a sério como outros (a exemplo de Neverwinter Nights 2, ou os Elder Scrolls). É aquele jogo para se descontrair jogando, tem uma boa jogabilidade, mas o que faz o brilho do jogo é o cotidiano retratado, para dar umas risadas. Achei uma boa terem colocado os 3 antigos, embora não sejam um gênero que goste (RPG tradicional em primeira pessoa), é legal pelo fator histórico, onde para aquela época aqueles jogos eram considerados tops, e havia um público grande deste gênero, hoje praticamente inexistente, com raros jogos saindo recentemente (Legends of Grimrock foi um).
Duas imagens a seguir, a primeira do Bard’s Tale I: Tales of the Unknown, a segunda do Bard’s Tale de 2004:

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